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Blog articles Dr. Sergio Prancvitch (Ramy Shanaytá) and research on Integrative Medicine and bioscience. Shanaytá é diretor e fundador do Instituto KVT, ancião da milenar tradição Tubakwaassu, Farmacêutico e Bioquímico, professor, conferencista, escritor e comunicador do progama "A natureza ensina". Pesquisador de biociência e ciências da saúde, consultor para pesquisas etnobotânicas, etnofarmacêuticas para laboratórios,industria farmacêutica e cosmética. Fundador da Instituição Filantrópica e Cultural Ará Tembayê Tayê, fito KVT e Editora KVT. Professor de fitoterapia, fitoquímica, fitocosmética, desenvolve e divulga a fitoterapia indígena ou nativa e é professor terapeuta em técnicas naturais, terapias integrativas e práticas de saúde integrativa e complementar. Realiza em suas atividades a convergência entre a sabedoria milenar e os conhecimentos científicos atuais.
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segunda-feira, 6 de abril de 2009

O Segredo das Plantas Amazonicas - Aula 5

Por: Ramy Shanaytá - Instituto KVT
Olá
Na quinta aula do Raízeiro vamos estudar sobre um potente anestésico que é o João Brandim (Piper callosum).
Vamos também observar a Castanheira (Bertholletia excelsia), rica em vitaminas e o cipó escada de jaboti, conhecido também como cipó escada de macaco (Bauhinia rutilans).
Bom aprendizado

PS: O curso de Fitoterapia e Etnobotânica à distância já está quase pronto, fique atento logo estaremos anunciando.


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Respondendo aos comentários

Olá aos amigos do blog “Vídeo Aula do Instituto KVT”.
Sou muito feliz em compartilhar estes momentos com vocês e agradeço o respeito e o carinho.
Obrigado pelos comentários e respondendo a amiga Sirius, na seqüência das aulas eu voltarei a falar mais profundamente sobre o guaraná, sendo que esta primeira fase composta de varias partes é o reconhecimento da planta.
Na continuidade os aspectos sagrados serão também abordados não só do guaraná como também de outras plantas nativas.
Sobre o Guaraná:
Utilizado como tônico mental e diminui a cansaço de longas caminhadas e de diversas outras atividades que gerem esforço motor e psíquico. Na sabedoria da floresta ela é a força do menino jovem, a beberagem da vida, a fonte da juventude para a vitalidade em anciões e a sabedoria da força dos guerreiros do antigos Tupi.
Sobre o Inhame:
Coloque a massa do tubérculo diretamente na região da inflamação e algumas folhas da planta podem sustentar esta massa no local durante um certo tempo. Para fixar a massa com a folha, procure envolver o local com uma faixa.
Podemos descascar e ralar a massa. Aconselho também a banhar a região com uma maceração de inhame cru na água.
Sirius o inhame que você conhece aí na Paraíba é o considerado como verdadeiro, o Dioscorea spp da família botânica Dioscorea, de raiz fasciculada, já o daqui do sudeste é na verdade uma espécie de cará (Colocasia esculenta L.) da família botânica Araceae que traz característica de não terem sementes e na observação nota-se as característica de similitude em suas folhagens.
O cará tem o “cormo” que é um órgão subterrâneo da planta com função de armazenamento, aonde a sua gema produz raízes e brotos.
Ainda na família botânica das Araceae encontramos o copo-de-leite (Zantedeschia aethiopica), o Antúrio (Anthurium andraeanum) e ainda a misteriosa e gigante flor de três metros de altura, que expande um cheiro forte e desagradável e que é originária na floresta tropical de ilhas da Indonésia, conhecida como flor-cadáver (Amorphophallus titanum).
Dependendo da condição alérgica a casca do inhame ou do cará pode dar coceira, então muita atenção.
Na alimentação podemos fazer purê, suco, inhoque (gnochi) , sopa, engrossar o caldo do feijão, torta, bolo e farinha.
Sobre o preço do inhame e do cará uma solução é plantar.
Continuem fazendo comentários.
A periodicidade das minhas aulas é de aproximadamente 15 a 30 dias.
Com carinho.
Ramy Shanaytá

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Chegou a 3ª vídeo aula do Raizeiro

Olá

Chegou a terceira parte da vídeo aula do "Raizeiro".
Nesta aula vamos ver os princípios medicinais das plantas amazônicas segundo a sabedoria tradicional dos povos nativos – ribeirinhos e indígenas. A Castanheira da Amazônia Bertholletia excelsa - família botânica Lecythidaceae e o Guaraná Paullinia cupana – família botânica Sapindaceae.
A castanheira do Pará é uma das árvores mais altas da floresta Amazônica, chegando de 30, 45 metros de altura, com tronco de até 1 a 2 metros de diâmetro e vivem até mais de 500 anos.O guaraná é um arbusto que nasce parecendo um cipó. Utilizado pelos Saterê – Mawé, etnia indígena do tronco tupi. Seu fruto tem casca vermelha e quando já se encontra maduro a semente e a polpa branca aparece dando a impressão de um olho.


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