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Blog articles Dr. Sergio Prancvitch (Ramy Shanaytá) and research on Integrative Medicine and bioscience. Shanaytá é diretor e fundador do Instituto KVT, ancião da milenar tradição Tubakwaassu, Farmacêutico e Bioquímico, professor, conferencista, escritor e comunicador do progama "A natureza ensina". Pesquisador de biociência e ciências da saúde, consultor para pesquisas etnobotânicas, etnofarmacêuticas para laboratórios,industria farmacêutica e cosmética. Fundador da Instituição Filantrópica e Cultural Ará Tembayê Tayê, fito KVT e Editora KVT. Professor de fitoterapia, fitoquímica, fitocosmética, desenvolve e divulga a fitoterapia indígena ou nativa e é professor terapeuta em técnicas naturais, terapias integrativas e práticas de saúde integrativa e complementar. Realiza em suas atividades a convergência entre a sabedoria milenar e os conhecimentos científicos atuais.
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quarta-feira, 4 de março de 2009

Plantas mestras do interior da floresta Amazônica - 4ª aula

Por: Ramy Shanaytá - Instituto KVT

Olá
Na quarta aula do Raízeiro vamos seguindo em nossa viagem para o interior da floresta Amazônica para aprender a reconhecer algumas das plantas mestras ensinadas pelos antigos povos de tradição milenar, ou seja, o povo indígena.
A primeira planta é o Cacau – Theobroma cacao L. da família botânica Sterculiaceae, originária da Amazônia – Brasil, é uma árvore de até 6 metros de altura, com folhas grandes e pendentes e flores com coloração branca, amarela e rósea. Veja seu fruto.



Também sobre o Waraná ou Waranã das etnias Tupi, Guaraná - Paullinia cupana – família botânica Sapindaceae, que é uma trepadeira de caule sulcado, casca escura, a frutificação ocorre em outubro a dezembro e sua propagação é por sementes.
Os Tupi reconhecem o guaraná como sagrado. O povo da floresta diz que seus frutos são “os olhos da floresta”, o encantado da visão.
Na reza cosmológica do povo Mawé diz que um menino mitológico foi assassinado por seus tios como castigo após ingerir as castanhas de uma árvore sagrada.
Sua mãe que era uma sábia conhecedora de todas as plantas e de seus usos. Ao encontra-lo morto, enterrou os olhos do filho no solo da floresta e com suas lágrimas regou o chão fazendo brotar do olho direito o Waraná e do olho esquerdo o Waranarana o falso guaraná que não serve como fins medicinais que o verdadeiro traz.
Ainda no percurso de nossa viagem para dentro da floresta vamos ao encontro da Chacrona Psychotria viridis – família botânica Rubiaceae e o cipó Mariri- Banisteriopsis caapi - família botânica Malpighiaceae, existem na sabedoria milenar sete tipos de Mariri, cada um com uma finalidade, os dois mais divulgados são chamados de Caupuri ou Kawpuri e o Tucanaca ou Tukãnakaa.
Agora é assistir ao vídeo.
Bom aprendizado nesta caminhada para dentro dos mistérios que a floresta vai revelando.





Atenção: O Instituto KVT está lançando o seu curso de Fitoterapia e Etnobotânica à distância, são vários DVDs com vídeo aulas e certificado no final, veja o programa do curso que é o mesmo que realizamos em sala de aula - saiba mais...

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